Máxima III


Acima de tudo viver o presente, não deixando que, tanto o passado como o futuro, o influenciem. Para tal é preciso ver no passado a imutabilidade, e no futuro a consequência do presente.



«uma filosofia mais séria faz com que justamente a busca do passado seja sempre inútil, e a preocupação com o futuro o seja com frequência, de modo que somente o presente constitui o cenário da nossa felicidade, mesmo se a qualquer momento vier a se transformar em passado e, então, se tornar tão indiferente como se nunca tivesse existido» Schopenhauer, Artur, 1788-1860, Die Kunst, Glücklich Zu Sein.

2 comentários:

ricardo franco disse...

está muito bom "pastor" (bem sabia eu que ias acabar por me dar razão e abraçar o nome - dá-te estilo e ilumina-te um lado misterioso)

as maximas estão excelentes, se bem que eu pense que estas devam ser um meio para uma vida saudável (uma alma saudável) e que não apontem um fim em si mesmo.
enfim, schopenhauer tem boas permisas mas tira más conclusões, é por isso que Nietzsche aprendeu qualquer coisa com ele, mas depois foi à vida. vai ler Nietzsche rapaz! (concordas com ele mais do que aquilo que pensas)

grande abraço meu, o blog promete, parabens e não pares

Pastor disse...

Obrigado amigo,

quanto a Nietzsche obrigas-me a dizer:

"Lá estás tu outra vez meu..."

hahaha

Assim que tiver tempo pode ser que leia mais qualquer coisa de Nietzsche, além d'O Anticristo. Apesar de ter prioridades, devido a Schopenhauer, pois tenho dois pequenos livros dele que tenciono ler.

Mas, enquanto não leio nenhum livro desses dois, vou louvando HUME e a sua magnificência (acho que nunca tinha usado esta palavra, nem tenho a certeza se a escrevi correctamente, mas também não vou verificar).

Aquele abraço